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Glossário

A

ADCC

O Abu Dhabi Combat Club Submission Wrestling World Championship – ou ADCC é a maior competição de grappling do mundo. Fundado pelo Sheik Tahnoon Bin Zayed Al Nahyan e seu treinador de BJJ Nelson Monteiro em 1998, a proposta do ADCC é de trazer grapplers de diversas disciplinas juntos e fazê-los competir em competições que juntem todos os estilos de grappling do mundo. Participantes de Brazilian Jiu-Jitsu, Sambo, Judô e Wrestling participam todo ano e, com exceção do wrestler Mark Kerr e do judoca Sanae Kikuta, todos os campeões do ADCC vieram do Jiu Jitsu.

American Top Team

Fundada em 2003 por membros da Brazilian Top Team, Ricardo Liborio e Marcus Silveira, a ATT está situada em Coconut’s Creek na Florida. Desde então, a American Top Team se tornou uma das principais equipes de MMA do mundo, formando lutadores como Thiago Alves, Gesias Cavalcante, Jeff Monson, Antonio ‘Pezão’, Denis Kang e Marcelo Garcia. Recentemente, a ATT recebeu certo criticismo por ter se aliado com a Martial Arts Industry Association. A ATT deu seu respeitado nome para a MAIA que promove seminários com ‘instrutores de topo da American Top Team’, que participam de seminários de 3500 dólares sendo que deram no máximo uma ou duas aulas na respeitada American Top Team.O tempo dirá se esse é o início do fim de uma das maiores equipes de todo o MMA.

Armbar

Uma chave de braço, usualmente, mas não exclusivamente, aplicada no chão. Consiste em que o que aplica o golpe manipule o braço de seu oponente de forma que a junta do cotovelo fique hiper extendida. Com diversas técnicas que levem o nome de armbar, a mais conhecida delas é a Juji Gatame. Sem dúvidas, a mais espetacular variação do armbar é sua versão voadora, o flying armbar, onde o aplicador do golpe se joga em direção do oponente, aplicando a técnica ainda no ar enquanto ambos vão ao chão. Foi com um flying armbar que ocorreu a finalização mais impressionante da história do MMA quando, durante um show do Shooto, Rumina Sato aplicou um flying armbar em Charles Taylor e venceu a luta em apenas 6 segundos.

Arm Triangle

Um estrangulamento constantemente, mas não exclusivamente, aplicado na top position, onde o aplicador do golpe se posiciona de forma em que ele prende a cabeça e um dos braços de seu oponente. Sua mais básica versão é o kata gatame, que pode ser visto em lutas de todos os tipos de nível, desde as mais básicas de Jiu Jitsu até grandes lutas como Lyoto Machida vs. Sokoudjou no UFC 74 ou Marcus Aurelio vs. Takanori Gomi no PRIDE Bushido 10. Existe ainda uma variação do golpe, utilizada em pé, usada constantemente por Kazuyuki Fujita. Outra variação do golpe é a Anaconda Choke, usada por Miltinho Vieira e feita famosa no MMA por Antônio ‘Minotauro’ Nogueira, que venceu Heath Herring e Hirotaka Yokoi desta forma no PRIDE. Outra adaptação diferente é o Brabo Choke, também chamado de D’Arce Choke (em homenagem a Joe D’Arce, faixa-preta de BJJ e aluno de Renzo Gracie). Kendall Grove vs. Alan Belcher no UFC 69 foi a primeira vez que o golpe foi aplicado em um grande evento.

B

Bellator

Bjorn Rebney juntou-se a Gary Shaw e diversos outros promotores de boxe para criar um projeto de MMA que deu muitísssimo certo. O Bellator (a palavra em latim para guerreiro) surgiu com um público alvo até então inexplorado, o fã hispânico de MMA que cresceu vendo lendas no boxe como Oscar De La Hoya e Julio Cesar Chavez. Começando com uma transmissão em espanhol na ESPN Deportes, o Bellator cresceu muito mais que o esperado e é hoje uma das maiores organizações de MMA do mundo. Em 2011, o Bellator foi comprado pela gigantesca Viacom, dona de canais como a Spike! TV e a MTV.

Brazilian Top Team

Você pode dizer que a Brazilian Top Team não é o que costumava ser. Mas isso é simplesmente porque a BTT costumava ser a maior equipe de MMA do mundo, casa de Minotauro, Minotoro, Ricardo Arona, Vitor Belfort e Paulo Filho, além dos fundadores Murilo Bustamante e Paulo Sperry. O time tomou forma sob Bustamante, Sperry, Luis Roberto Duarte e Ricardo Liborio em abril de 2000 após uma divisão com Carlson Gracie e rapidamente ganhou a reputação de produzir campeões no Pride e no UFC. Uma rivalidade entre a BTT e a Chute Boxe teve seu auge no Pride Final Conflict em 2005, quando Arona da BTT derrotou Wanderlei Silva e foi derrotado por Shogun Rua, ambos da Chute Boxe na mesma noite. Loborio saiu da BTT para fundar a American Top Team em 2003 e a BTT teve as perdas de Mario Sperry e dos irmãos Nogueira após o fim do Pride. Mas os soldados da BTT, liderados por Bustamante continuam firmes e fortes no topo do MMA mundial.

C

Cage Rage

Como toda boa história, Alex Jones e Tom Bell não haviam planos e nem ambições quando promoveram o primeiro show juntos. Eles só queriam juntar dinheiro para comprar um novo tatame para a academia deles. Eles surpreenderam a todas as expectativas e o Cage Rage se tornou a maior empresa do MMA britânico. Naturalmente, eles revelaram talentos como Michael Bisping, Ian Freeman e James Thompson, além de conseguir grandes aparições internacionais como Vitor Belfort, Anderson Silva e Vitor Shaolin Ribeiro. Qualquer empresa que conseguiu ter Butter Bean e Herb Dean – infelizmente, não na mesma luta – claramente merece o apoio e respeito de todo fã de MMA. Em setembro de 2007, o Cage Rage foi comprado pela EliteXC, uma companhia ridícula que acabou com boa parte do MMA menos de um ano depois, acabando com a grande empresa britânica. Sem problemas: Os antigos executivos da Cage Rage, Dave O’Donnell e Andy Geer rapidamente mudaram o nome do evento ‘Cage Rage 29’ e formaram uma nova empresa chamada Ultimate Challenge UK, continuando a legacia da maior companhia de MMA da história do Reino Unido.

Chute Boxe

Localizada em Curitiba, a Chute Boxe talvez seja mais conhecida hoje por ser o lar de Cristiane ‘Cyborg’ Santos e Fabricio Werdum, mas há não muito tempo atrás, a equipe de Rudimar Fedrigo era a casa de alguns dos mais amedrontadores strikers de todos os tempos, homens que aterrorizaram o Pride e lutaram unha-a-unha contra seus grandes rivais, a BTT. Antes de uma série de saídas da equipe aceleradas pela morte do Pride, a CB chegou a ter um elenco que continha Wanderlei Silva, Mauricio e Murilo Rua, Anderson Silva, Gabriel Gonzaga e Thiago Silva. Até mesmo a lenda Kazushi Sakuraba viajou o mundo para afiar sua trocação junto à Wanderlei Silva, o homem que o derrotou por 3 vezes. O resultado? Um nocaute no 1º round sobre Ken SHamrock em sua volta. Se a Chute Boxe conseguiu transformar um quebrado Sakuraba em um nocauteador nato, não há dúvida que eles foram responsáveis por tornar Wanderlei Silva e Shogun Rua em reis do Pride.

Clinch

O clinch é onde o striking encontra o grappling, uma fase da luta tecnicamente complexa como qualquer posição de luta no chão e tão importante quanto. Quando dois lutadores estão num clinch, a torcida parece ficar meio perdida, sem entender exatamente o que está havendo, com um lutador escorregando um braço aqui e virando o quadril ali. Basicamente falando, strikers procurarão acertar joelhadas fortíssimas no corpo ou na cabeça – pense em Anderson Silva maltratando Rich Franklin – ou alguns ganchos e uppercuts como os que Randy Couture fez durante toda a carreira. Grapplers tentarão takedowns (Couture novamente), arremessos de cintura ou de ombro (Hayato Sakurai, Karo Parisyan e Yoshihiro Akiyama são mestres nisso) ou até mesmo tentar finalizar (Renzo Gracie fez isso com sua guilhotina em Pat Miletich). Um lutador completo de MMA, é claro, tem toda essa gama de oportunidade para explorar. Pense em Fedor Emelianenko, que fingiu tentar arremessar CroCop apenas para acertar um fortíssimo gancho enquanto CroCop tentava evitar a queda. Ou, novamente, Randy Couture, sem dúvidas o melhor lutador no clinch da história do MMA, que usava seu dirty boxing para conseguir diversas quedas. O clinch pode ser usado defensivamente por um grappler, tentando pausar um striker ou por um striker, tentando evitar ser quedado por um grappler. Pode ser usado ofensivament e por um grappler que quer levar a luta para o chão e por um striker, que quer continuar minando seu oponente. É, talvez, o aspecto de luta menos apreciado pelos fãs, não pelos lutadores que entendem que podem ganhar ou perder uma luta pelo clinch.

D

DREAM

Com o fim do Pride houve uma grande tristeza para os fãs do MMA Japonês, especialmente com a forma com que o evento acabou, em um card que tinha como Main Event um combate entre Jeff Monson e Kazuyuki Fujita. Era um terrível fim para uma empresa que teve os mais espetaculars momentos da história do esporte. Felizmente, a FEG, dona do K-1 e do Hero’s decidiu promover um show final decente para o PRIDE, colocando lutas como o vencedor do GP de meio-médios Kazuo Misaki contra Yoshihiro Akiyama, o ás das finalizações Shinya Aoki encontrou o judoca olímpico Jung Bu-Kyung e Fedor Emelianenko encarou o gigantesco Hong-Man Choi. Seis semanas depois, a FEG anunciou o fim do Hero’s e o início da Dream, a nova grande empresa japonesa. Grande otimismo com a volta de uma grande empresa do Japão, mas foi por pouco tempo. Em pouco mais de dois anos, a Dream falhou a conseguir chamar a atenção que o Pride chamava, muito por causa de que seguiu as regras do UFC, com uma cage hexagonal e rounds de 5 minutos, ao contrário do famoso ringue do PRIDE em lutas que duravam 10-5-5 minutos por round no Pride. Após muito dinheiro para pouco retorno, a Dream fechou as portas em 2012.

E

EliteXC

Um desastre. É assim que podemos definir a EliteXC. Mesmo sendo a empresa que mais audiência atraiu em sua história, a Elite XC conseguiu perder 55 milhões de dólares em apenas 2 anos. Onde você quer começar? Com o acordo com a Showtime, onde a empresa perdia dinheiro a cada show feito para passar no canal? E que tal com a ideia de comprar 5 empresas de MMA e fechá-las no mesmo instante apenas para tirar uma concorrência até então inexistente? E construir sua empresa tendo como principal lutador um brigador de rua sem queixo nenhum? Ou até mesmo as acusações de armar resultados que culminaram o fechamento da empresa? De qualquer forma, o resultado será o mesmo: Desastre. A desgraça começou após a estrela da companhia Kimbo Slice quase ser derrotado por James Thompson, um lutador comum. A EliteXC tinha que colocar um lutador com certa reputação para fazer Kimbo vencer com certeza e Ken Shamrock era a opção perfeita. Porém no dia do show, Shamrock se machucou e teve que ser cortado do evento, a opção foi levar Seth Petruzelli, um peso meio-pesado que iria competir no card preliminar do show e aconteceu o que não poderia acontecer. Kimbo voou pra cima de Petruzelli como eseprado, mas levou um simples jab que o nocauteou. A estrela da EliteXC Kimbo Slice foi derrotado em simples 14 segundos. Após a luta, Seth Petruzelli que os donos da EliteXC o ofereceram mais dinheiro para não derrubar Kimbo Slice e ficar trocando golpes com ele, investigações não confirmaram nada, mas a informação nunca foi negada. A EliteXC morreu dias depois e hoje está nas (infelizes) memórias dos fãs de MMA.

Extreme Challenge

A empresa com mais shows na história do MMA (mais de 500 eventos realizados) é a Extreme Challenge. Nascida na metade dos anos 90, quando o UFC estava em briga feia com o senador americano John McCain, a Extreme Challenge nasceu em Iowa, onde o wrestling era religião. Levando o lendário Pat Miletich para Iowa, a Extreme Challenge começou a chamar atenção em todo os EUA, seu dono, Monte Cox promoveu então um evento chamado de ‘Quad City Ultimate’ em 1996, levando mais de 10 mil espectadores à arena. Porém o certo amadorismo, a falta de dinheiro e outros problemas impediram a ainda ativa Extreme Challenge de crescer, continuando como uma empresa regional enquanto o UFC virou um evento global.

Extreme Fighting

Para aqueles que pensam que foi a ZUFFA quem mudou o MMA, estes estão muito enganados. Quando o UFC ainda tinha problema em lutas sem limite de tempo e ainda haviam lutas com lutadores de 200 quilos encarando oponentes de 80, John Perretti deu o pontapé inicial para o início do MMA moderno, fundando a Extreme Fighting e fazendo shows que parecem muito com o MMA atual. Trazendo estrelas como Ralph Gracie, Mo Smith e Pat Miletich, Perretti introduziu categorias de peso, rounds e regras que são praticamente iguais ao UFC atual. Tudo isso em 1995. Assim como o UFC, a Extreme Fighting também sofreu com a pressão política, uma ideia tão boa que, infelizmente, não deu certo, após ter que mover o 1º show de Nova Iorque para North Carolina em apenas uma semana, eles programaram um show em uma reserva indígena, onde os políticos teoricamente não poderiam se meter, porém nada disso deu certo, o governo canadense impediu o show de ser filmado, mas Perretti deu um jeito e conseguiu um satélite e fez o evento, fazendo o governo canadense ficar furioso. Oito lutadores foram presos sem motivos e a situação começou a ficar complicada para a Extreme Fighting. Para seu 3º show, eles levaram wrestlers olímpicos, tentando trazer um maior respeito ao MMA, porém isso era muito pouco e já era muito tarde. Quatro dias após seu 4º evento, a Extreme Fighting fechou as portas. Sem conseguir o apoio dos canais de TV que tinham medo do governo e o evento deixou de ser viável. John Perretti foi contratado como matchmaker do UFC (cargo atual de Joe Silva) e levou suas estrelas para o evento, ajudando (e muito) na revolução do Ultimate Fighting Championship!

Ezequiel Choke

Um estrangulamento constantemente, mas não exclusivamente, executado da montada, onde o aplicador coloca um dos braços ao redor do pescoço do oponente, coloca o antebraço na garganta e tesoura o pescoço do oponente com seu próprio antebraço. É uma técnica mais comum no jiu jitsu de kimono, onde a mão do aplicador pode se beneficiar do kimono. Conhecido no judô como sode jime, o nome foi renomeado de Ezequiel Choke em homenagem ao brasileiro faixa-preta de judô Ezequiel Paraguassu. É um movimento raramente visto no MMA, pnde sua maior aplicação foi na vitória de Hidehiko Yoshida sobre Royce Gracie, quando ele aplicou o golpe e Royce apagou, mas acordou e protestou dizendo que estava consciente durante todo o golpe.

F

Fertitta

A família Fertitta pode não ser a maior de todo o MMA, mas sem dúvida é uma das mais importantes. Os dois irmãos totalmente geniais, que transformaram o modesto cassino do pai em uma gigantesca franquia multi-bilionária, Lorenzo Fertitta e Frank Fertitta III são os donos do UFC. Os únicos homens no mundo que Dana White tem que chamar de chefe. Ao comprar o UFC por apenas 2 milhões de dólares, os irmãos Fertitta faziam outro negócio de extremo sucesso não só para eles, mas para todo o mundo. Os irmãos Fertitta ajudaram a revolucionar o MMA e investiram no UFC mesmo perdendo muito dinheiro em toda a 1ª década após a compra do mesmo. Isso não os abalou e eles continuaram colocando mais e mais dinheiro naquilo que se tornaria a maior empresa do esporte que mais cresce no mundo. Após perderem mais de 30 milhões de dólares até 2005, os irmãos Fertitta estavam pensando em desistir, quando tiveram a maior ideia da história do MMA. O reality show ‘The Ultimate Fighter’ se tornou o maior fenômeno da TV Americana e a empresa que perdia dinheiro em 2005 já tinha um valor de mais de 1 bilhão de dólares no início de 2008. Com a crise econômica, os irmãos Fertitta decidiram se dividir para manter tanto o Cassino quanto o UFC em alta, Lorenzo (esquerda) é hoje o sócio ativo do UFC enquanto Frank (direita) toma conta dos cassinos da família. Com extrema confiança em Dana White, Lorenzo Fertitta deixou o UFC em suas mãos para trabalhar em fazer o UFC crescer internacionalmente, hoje, o UFC já faz enormes shows no Canadá, Brasil, Inglaterra e Alemanha e continuará se expandindo cada vez mais, muito por causa da mente brilhante dos irmãos Fertitta.

Full Contact Fighter

O jornal mensal Full Contact Fighter foi a principal crônica esportiva do esporte em seus primeiros dias. O dono era Joe Gold, boxeador que se interessou com o UFC e começou a aprender finalizações. Uma contusão no pescoço o impediu de seguir carreira no octógono, porém Gold ainda queria fazer parte do mundo único do MMA. Começando o UFC 13, Gold cobriu todo evento do UFC até que o jornal deixou de ir as bancas em outubro de 2005. Por todo o caminho, Full Contact Fighter se tornou a bíblia do MMA. O jornal cobriu grandes e pequenos eventos e entrevistou lendas do esporte. Antes da internet explodir no fim dos anos 90, os fãs sempre esperavam por sua edição mensal do Full Contact Fighter para ver quem havia ganho as lutas ao redor do mundo. Os escritores que Gold trouxe para ajudá-lo se tornaram grandes nomes dentro do círculo jornalístico do MMA, incluindo Jim Genia, Eddie Goldman, Josh Gross e Loretta Hunt. Quando sites como o Sherdog e o Underground fizeram a informação do MMA serem disponibilizadas mais rapidamente e de graça, a Full Contact Fighter passou a ter dificuldade na competição. A cobertura que eles ofereciam não era o suficiente para refletir na nova realidade das notícias online. Para se suceder, a Full Contact Fighter precisava focar em suas entrevistas e análises de experts. Porém, eles continuavam a usar o jornal para falar sobre eventos de semanas antes da publicação do jornal. Hoje, a bíblia do MMA se tornou pequena. Poucos fãs sabem que ela ainda existe. Mas nos dias negros do MMA, quando o UFC não conseguia audiência alguma no PPV, a Full Contact Fighter era a melhor fonte para notícias de MMA do planeta.

G

Gogoplata

Um estrangulamento, normalmente realizado na guarda, onde o aplicante coloca sua perna entre os braços do oponente e força sua canela contra a garganta do aplicado. O faixa-preta de BJJ Eddie Bravo credita o gogoplata à Antonio ‘Nino’ Schembri, porém o golpe data de muito antes, em textos de judô de Mikonosuke Kawaishi (em 1955), Kyuzo Mifune (1960) e E.J. Harrison (1954). Ryusuke “Jack” Uemura foi o primeiro por vencer uma luta com o gogoplata no MMA em 2005, mas foi Shinya Aoki quem popularizou o golpe em todo o mundo ao bater Joachim Hansen no PRIDE: Shockwave de 2006. Outras famosas aplicações do Gogoplata são a vitória de Nick Diaz sobre Takanori Gomi, o Gogoplata montado de Aoki sobre Katsuhiko Nagata e as duas vitórias de Brad Imes usando esta mesma técnica.

Grabaka

Campeão do ADCC, faixa-preta de Judô e King Of Pancrase, Sanae Kikuta foi o fundador do Grabaka, academia e clube de lutadores localizado em Toquio em junho de 2000. O time de inicial da Grabaka consistia em Hiroo Matsunaga, Eiji Ishikawa e Genki Sudo. Sudo sairia de lá logo depois, mas Kikura recrutou Akihiro Gono e Kazuo Misaki. Sua maior vitória foi o título do GP dos meio-médios de 2006 do PRIDE, conquistado por Misaki.

Ground n’ Pound

Uma tática fundamental, onde o grappler assegura uma posição estável e segura no topo e ataca com socos, cotoveladas e joelhadas. Um ground n’ pound agressivo limita a efetividade dos ataques de finalização do lutador que está abaixo e cria oportunidades para o lutador em cima melhorar ainda mais sua posição, procurando uma finalização ou tentando acabar a luta com golpes. O pioneiro foi Mark Coleman, porém seu maior fã era Fedor Emelianenko, que complementa takedowns excelentes e uma ainda melhor noção de posição no chão com o mais feroz Ground n’ Pound da história do MMA visto no ringue desde que Coleman o apresntou. O Ground n’ pound mostrou ao mundo das artes marciais o quão importante era derrubar e ficar no topo.

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Artigos do Livro ‘The MMA Encyclopedia’ de Jonathan Snowden & Kendall Shields traduzidos na íntegra por Lucas Lutkus e In The Fight Club. Todos os direitos reservados.

One comment on “Glossário

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